sexta-feira, 5 de junho de 2009

1ª Socialização

Nossa primeira socialização dos blogs foi hoje, nós pudemos falar de nossas expectativas, inseguranças, tudo que permeou nosso caminho até agora,na construção do portfólio.


Esse momento foi super positivo,ao meu modo de ver. Acho que nos deu up para continuarmos trilhando esse caminho, numa avaliação formativa. Apesar disso, na hora que apresentei fiquei meio frustrada, pois a estrelinha do cursor, a qual orgulhosamente consegui colocar, após apenas duas tentativas rsrs, não apareceu!


Fiquei com vontade de fazer o mesmo que o carinha dessa figura ao lado está fazendo: quebrar o pc todo e de quebra (vamos aproveitar o trocadilho rs) acabar com toda a tecnologia...rsrs


Mas,tudo bem, de modo geral, gostei!
Ideias foram trocadas para aprimorar nossos filhotes,o que foi de grande ajuda! Eu, por exemplo, na postagem anterior, estava 3 X 0 o vídeo! Fui vencida, então por hora,deixei só link, mas depois retifiquei e deu tudo certo,como eu queria! ; )

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Contextos de alfabetização

Esse vídeo é sobre um dos contextos de alfabetização em sala de aula, no qual a professora faz uma leitura em voz alta para seus alunos, em seguida uma interpretação oral...vale a pena conferi-lo:

Avaliação formativa

  • O que é avaliação formativa?
    A avaliação formativa tem como finalidade guiar tanto o professor quanto o aluno, no processo de ensino aprendizagem. Ela não tem como critério medir a capacidade cognitiva do aluno ou repreender seus erros cometidos,mas utilizá-los como informações diagnósticas. A centralidade desta avaliação está no aluno,sendo ele o sujeito do seu processo de aprendizagem e de construção do seu conhecimento.

  • O que é portfólio?
    É um procedimento da avaliação formativa , podendo expor seus trabalhos individualmente, evidenciando todo seu processo de apendizagem, sendo ele mesmo o agente desse processo. O portfólio visa retratar como o aluno constrói seu conhecimento, além de colaborar para que o aluno e o professor reflitam sobre projeto de aprendizagem.

  • Expectativas para o trabalho com o portfólio:
    Acredito que trabalhar com o portfólio será construtivo, pois é uma forma de avaliação que,por enquanto, não é muito usual, mas que em breve isso deve mudar. Espero que eu tenha mais prática, conforme eu vá manuseando essa ferramenta de comunicação.

domingo, 31 de maio de 2009

Reportagem


A seguinte matéria do dia 26/04/2009, retirada do site da UOL, clique *AQUI* para visualiza-la (MAS, atenção: apenas assinantes da mesma citada ou da Folha de S.Paulo podem acessar), me relembrou do que discutido na aula do dia 28/05, sobre os contextos de alfabetização. Ao decorrer da leitura da reportagem, percebe-se que as crianças apresentadas fazem parte de um contexto familiar que promove um contato mais íntimo com a leitura, pois estes ouvem historias antes de dormir, são levados a livrarias, enfim são instigados a lerem. O que pode favorecer-lhes no caminho da alfabetização, não significando que estes se sairão melhor que outras crianças que não possuem o incentivo em casa. Vê-se em muitos discurssos, este elemento como divisor de águas, explicando o porquê uns aprendem e outros não. Entretanto, sabe-se que esta teoria foi superada, não é verídica, todos têm capacidade de aprender, não importa de qual meio social pertença, mas sim, como as suas relações com mundo letrado e as pessoas ao redor se estabelecem. E umas das pessoas importantes para contribuir nessa relação com o conhecimento, é o professor, o qual precisa criar contextos de alfabetização/ aprendizagem, e estas situações nem demandam despendio financeiro – o que muitos alegam é falta de recurso- somente compromisso e boa vontade.


foto: Maria do Carmo

“Maluquinhos por livros
por Ocimara Balmant



Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças.
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.”


Depois disso, dá dicas sobre que tipo de livro é adequado a cada faixa etária, segundo Cristiane Madanêlo de Oliveira (mestra em literatura brasileira e especialista em literatura infantil e juvenil). http://www.graudez.com.br/litinf

“1 a 2 anos

Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas

Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página

Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches


2 a 3 anos

Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação

Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes

Materiais: fantoches e música exercem fascínio


3 a 6 anos

Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações


6 a 7 anos (fase de alfabetização)

Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização

Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse

Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.”

domingo, 24 de maio de 2009

Oralidade e escrita Parte III

Na Aula do dia 21, retomamos a discussão sobre a atividade conversacional, pois, pelo o que o prof. nos disse, nossos trabalhos feitos na aula anterior, ficaram muito presos ao texto, no sentido de seguir linearmente, digamos assim. Por exemplo, quando caracterizamos a atividade conversacional, acredito que fomos muito sucintos nessa questão, considerando que o texto todo discorreu sobre isso.

domingo, 17 de maio de 2009

Oralidade e escrita Parte II

Reunidos em duplas, começamos a resolver algumas questões referentes ao texto Oralidade e escrita, dessa forma fizemos pequenas discussões sobre os pontos centrais do texto. Com a leitura prévia do mesmo, alguns tópicos estavam meio obscuros, e percebi que não era somente eu que havia percebido isso... A noção de local e global,por exemplo. Destes, tinha conseguido destacar as características principais, diferencia-los, defini-los... Mas nada que pudesse dizer: “noossa, que explicaçããoo!” rs mas, foi tranqüilo. Porém, fora isso, não houve mais problema.
Nós demoramos um pouco a realizar a tarefa, pareceu bem fácil no começo, pois já tínhamos lido e permanecia claro em nossas mentes... Mas, se tornou um pouco trabalhoso, pois tínhamos também que ter o cuidado de não usar expressões do texto base, as quais – inevitavelmente - ficaram na cabeça. Enfim, foi uma atividade trabalhosa e legal.

Oralidade e escrita Parte I

Discutiu-se a questão da oralidade e escrita nos anos inicias de alfabetização. Algumas pessoas disseram que a escrita é supervalorizada, o que eu concordo, pois vêem se muitos responsáveis de alunos que, cobram exageradamente a produção escrita dos filhos, mesmo eles estando numa faixa etária entre 3-5 anos. Mas, como deu a entender no texto base, essa é uma característica antiga, que foi naturalizada e esta na mente d alguns. Assim como acontece a oralidade, que é vista como uma produção lingüística inferior, mesma ela antecedendo a escrita. Acredito que seja importante estimular nas crianças esses dois usos da língua.