segunda-feira, 27 de julho de 2009

The End

Bom,amigos, estamos chegando ao final de mais um período...
E posso afirmar que a experiencia com o portfolia em formato d blog foi inovadora para mim. Assim como disse no início do período, a priori a impressao foi de panico, negação...rs mas,depois acostumei-me a ideia. Foi realmente bom não ter que ficar entregando periodicamente papéis com trabalhos... [além de tudo, é uma iniciativa ecologicamente correta!rs], e não foi somente esse o ponto positivo. O trabalho no blog serviu para aprimorar o uso de ferramentas que em breve serão muito mais comuns em sala de aula; o mundo está caminhando para isso, qualquer trabalho produzido por nós estará a disposição do mundo inteiro, talvez até por iniciativa própria do aluno produtor da ativiade,pois será algo mais corriqueiro. Mas isso são só suposições de uma mente fértil...
Fazendo uma associação entre uma corredora de maratona e ao meu desempenho nesta disciplina, acredito que eu tenha cruzado a linha de chegada. Pois percorri a rota indicada, e me adaptei rapidamente a atividade; foi uma prova cansativa, no final do percurso então, infelizmente escorreguei um pouco, perdi algumas posições, mas permaneci na luta, recuperei-me e finalizei a corrida. Mas, é preciso aprimorar sempre, afinal foi a primeira experiência, mas continuarei exercitando-me para a próxima corrida, e pretendo vir como uma das favoritas rs
 

Mapa Conceitual

Fiz uma mapa conceitual (Ausubel) para fazer uma síntese da Matéria de TAE LP I. Existe um programa para produzir este tipo de organograma, porém ainda não o achei.
Espero que esteja inteligível...
Enjoy ; )

Pesquisa

Esta apresentação de slides são dados coletados a partir de uma pesquisa que foi realizada por mim, pela Naiara e pela Lindinalva. Apesar de ter sido feita com alunos, de idade aproximada 17 anos, é importante para observamos o quão importante é a leitura, e como os alunos pesquisados percebem essa importância. Porém apesar disso, constatamos que gostar de ler não está diretamente ligado ao gosto pela disciplina de Língua Portuguesa. Conclui-se também que o incentivo ao hábito de ler se faz necessário, desde o início da alfabetização – não é um fato novo,mas que enriquece nosso discurso com dados verídicos.

Senti-me uma discípula de Emília Ferreiro fazendo essa pesquisa... hahaha.

[Em breve os slides estarão aqui disponíveis!]

quinta-feira, 9 de julho de 2009

A construção do conhecimento sobre a escrita

A aula de hoje foi baseada no texto, cujo título é homônimo ao post. Cujas autoras são Ana Teberosky e Teresa Colomer. Infelizmente a maior parte da turma, inclusive eu, não havia feito a leitura prévia, pois lemos o outro texto (postagem anterior) que estava disponível. Todavia, felizmente, os textos tinham bastante em comum, complementam-se. Devido a isso, o post a seguir são as conclusões obtidas.

As autoras iniciam apontando as crianças como construtoras de hipóteses. Situação esta, esperada, pois a leitura e a escrita também existem fora da sala de aula, e mantém contato direto conosco a todo momento. Dessa maneira, quando iniciam sua vida escolar, já possuem conhecimentos conceituais: diferencia imagem e texto.

Daí, retoma a importância que os contextos de alfabetização possuem, pois possibilitam,dentre outras coisas, que se recriem situações cotidianas para que se perceba a língua com função comunicativa.

As crianças que estão em meio de seu processo cognitivo da escrita, necessitam saber de outras questões que permeiam esse aprendizado, como por exemplo: entender o funcionamento do sistema alfabético, entender as relações entre linguagem escrita e oral...

E uma das conclusões mais importantes que aparece neste texto, e nos outros lidos, é que para a perspectiva construtivista, todo o processo de contrução do conhecimento precisa ser levado em consideração.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Evolução da escrita

Esse post é acerca do capítulo:Evolução da escrita, do livro Psicogênese da língua escrita, cujas autoras são Emília Ferreiro e Ana Teberosky.


Com o convívio contínuo num ambiente letrado, a criança arrisca seus passos no mundo da escrita, em suas tentativas de escrever, imita aos adultos – nos movimentos manuais e às vezes na maneira de manusear a caneta ou o lápis.
As autoras nos deram um prévia do que inferiu-se após as pesquisas: constataram que o quão significativo é aprender o nome como o 1º texto,dado o qual foi importante ser rearfimar. E com breves comentários, afirmaram que as crianças de idade entre 3 e 4 anos, têm como característica, representar o signo de acordo com o tamanho do objeto.
Depois de uma análise sobre a escrita das crianças,com idade entre 4 e 6 anos (de classe média e de classe baixa), feita pelas autoras, foram elaborados 5 níveis, para ver como as crianças escrevem sem ajuda escolar.
No 1º nível que foi proposto,as crianças demonstram as primeiras impressões que têm da escrita, reproduz os traços típicos que percebe. Em relação à interpretação da escrita, ainda não percebe a escrita com a função de comunicação, pois vê como algo mais individual, cada um entende somente a sua produção.
Nesse mesmo ainda aparecem tentativas de correlacionar objeto referido e sua escrita, as crianças esperam que essa correspondência seja proporcional.
E há dificuldade em diferenciar as atividades de desenhar e escrever. O desenho nessa perspectiva acaba assumindo um papel de extrema importância,pois é dessa maneira que a criança vai expor suas ideias e entendimentos,ou seja é sinal de cognição. Um dos traços percebidos nessas análises, foi a escrita-modelo ser cursiva, porém a escrita-modelo também pode ser a imprensa. Outro traço que aparece é a ordem linear que podem ser notadas facilmente,mesmo com as garatujas que eles produzem.
Já no 2º nível, foi percebido que as crianças, para atribuirem significados diferentes, mudam as escritas. Ou seja, está claro para elas que, para escreverem palavras diferentes,precisam inverter as ordens das letras. Nesse nível os grafismos são mais definidos, mais aproximados das letras. Um fato observado que merece atenção é o chamado bloqueio – impossibilidade de escrever sem o modelo. Podendo este, manifestar dependência do adulto e/ou insegurança. Até aqui, vê-se que a criança respeita a exigência da quantidade de grafias e a variedade das mesmas.

O nível 3 é marcado pela tentativa de dar valor sonoro a cada uma das letras que compõem a escrita, a denominada hipotése silábica.
já o nível 4 é marcado pela transição da hipótese silábica para a fonética, período de conflitos e negociações internas.
E o nível 5 constitui o final desta evolução:a escrita alfabética.
Após esse primeiro momento, as autoras seguem com as pesquisas, muito interessantes a propósito, vale dar uma conferida.
Com esse estudo realizado, pode-se perceber que o processo de alfabetização não transcorre de modo simplório. Nem para a criança e nem para o professor pesquisador. Pois este acompanhará o desenvolvimento de seus alunos, etapa por etapa. Tarefa árdua, porém necessária, pois se não há um envolvimento do profissional com o seu trabalho, as crianças acabam sendo punidas, pois se todo o processo não for coniderado, todos os seus esforçoes serão vistos como erros apenas e não uma situação corriqueira e meio a uma construção de conhecimento.
Outra conclusão que pode se chegar, mas que já era sabido é a respeito do moldes das instituições escolares, nas quais a pré-escola é organizada de modo a atender a classe média, ou seja visa um aluno que possui ricas experiências letradas.
Um dos assuntos suscitados que merece destaque é um alerta sobre FALA x ESCRITA. Atentou-nos para a questão da escrita ser retratada como mera representação gráfica da fala, situação esta que ocorre, mas que demanda cautela,justamente a fim de evitar esse tipo de acontecimento. Deve-se evitar pois, além das regras de transição sonora, existem outras regras próprias que as crianças irão descobrindo.O vídeo a seguir nos dá uma boa dica de atividade para driblar esse possível fato:


Esse video foi escolhido pois a professora entrevistada, a todo momento marca a importância de se ter o cuidado em passar da linguagem oral para a escrita, para que não façamos da mesma, como já foi dito anteriormente, uma mera representação gráfica.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem

Essa postagem é acerca de uma reflexão baseada no texto de Emília Ferreiro: Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação escrita da linguagem. O qual é bastante denso,mas que com calma e tentando sempre achar exemplos cotidianos para transpor as ideias e clarifica-las, consegue-se aos poucos desvendá-lo (rs).

No começo do texto, Ferreiro desperta uma questão antiga,mas ainda presente. Professores que têm a mania de colocar logo errado e encerrar o assunto, se a resposta dada pelo aluno não corresponde ao proposto. Mas, não tentam entender a lógica de raciocinio criada e seguida pelo aluno. Pois muitas das vezes, a mesma não foi posta sem uma razão envolvida.
E o processo utilizado para que o aluno chegasse àquela conclusao não deve ser ignorado pois faz parte da construção de seu conhecimento. Como foi descrito no texto, existem crianças que no início de seu desenvolvimento, fazem correspondência entre quantidade de letras e tamanho do objeto. A criança passa por etapas durante essa construção cria suas hipóteses e produz sua escrita, as quais, a priori, são vistas como "erros", mas que é tarefa dos professores compreender a "lógica interna" da resposta. Contudo, se em situações como esta, o professor somente classificar como errado, não perceber a fragilidade que se configura nesta conjuntura e não mostrar o porquê da Incoerencia da resposta, o aluno não vai compreender, só irá reproduzir o certo, sem que haja cognição nesse processo.


A autora também buscou investigar um problema envolvido no desenvolvimento da leitura e escrita: a relação entre todo e as partes que o constituem. A primeira relação estabelecida pelas crianças, a qual rege suas tentativas de leitura, é a hipótese de quantidade mínima.
Uma outra relação é feita baseada na quantidade de objetos a serem representados, mas que essa, ás vezes acaba conflitando com a hipótese de quantidade mínima.
A autora introduziu a noçao piagetiana de tematização para explicar alguns movimentos realizados pelas crianças. E o que seria tematizar?! Bom, no meu entendimento, seria usar algum conhecimento, mas sem saber o seu conceito. Por exemplo: uma criança moradora de rua,que nunca frequentou a escola, mas sabe realizar várias operações matemáticas. Esta criança saber como proceder, mas provavelmente não sabe como classificam-se os cáculos que produz.
Também há a dificuldade em coordenar o todo e partes quando as crianças procuram interpretar a escrita produzida por outra pessoa. Isso é interessante pois gera um conflito na criança, verá a estranheza dessa situação, onde a própria não consegue ler as produções alheias e vice-versa. Assim começará a questionar qual é afinal o sentido da escrita; para que e para quem escrevemos?!
Ela percebe que não está conseguindo ser entendida e muitos menos entender, isso gera conflito, uma perturbação e diante disso tem três alternativas –tal como indica Piaget: "pode-se deixa-la de lado, pode-se compensá-la localmente, ou pode-se assimilá-la (compensá-la inteiramente através de modificações no esquema assimilatório, alcançando assim um novo nível de equilibração)"
Neste processo de contrução da escrita, em alguns casos, os modelos sociais podem servir de reforços negativos ou positivos. Ou reafirmando condutas ou extinguindo-as.
E já no finalzinho de seu texto, Ferreiro aponta que deve-se refletir sobre a divisão dos conteúdos escolares, pois as mesmas estruturas lógicas que intervém no campo das noções matemáticas elemnetares aparecem também na compreensão da língua escrita.
Tendo em vista os pontos sobre a dificuldade das crianças, explanados pela autora, pode-se inferir que todas as tentativas de coordenar o todo e as partes, feita pela criança, requerem um grande esforço cognitivo, pois fazer uma negociação entre as hipóteses estabelecidas pelo aluno e as regras gramaticais, é um trabalho árduo para quem está aprendendo. È importante que o professor reconheça isso ao lidar com as dificuldades das crianças.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Práticas de Linguagem oral e alfabetização inicial na escola: Perspectiva Sociolinguistica

Na aula do dia 18/06, a discussão foi a respeito do do texto: ‘Práticas de Linguagem oral e alfabetização inicial na escola: Perspectiva Sociolinguistica", de Erik Jacobson.
Esse texto vai ao encontro com a ideia de que a escrita e a oralidade estão presentes no cotidiano da criança, mas, que entretanto, a escola muitas das vezes não valoriza esse saber. As instituições escolares são feitas sob modos burgueses, assim, os alunos que chegam a esse tipo de escola levando uma bagagem cultural diferente da que é esperada- são considerados incapazes.
Uma ideia já conhecida, mas que é proposta pelo texto, para justamente quebrar esse tipo de paradigma, é utilizar os contextos em que aqueles ditos incapazes, estejam inseridos como ponto de partida para o conhecimento institucionalizado. Não é necessário seguir uma regra. Existem muitas maneiras de introduzir as práticas de leitura e escrita,

Outra temática interessante, que a meu ver merece destaque foi sobre a relação língua e poder. O texto não tratou da realidade brasileira, mas nas relações estabelecidas, os papéis são os mesmos, na qual se deve dominar a língua dos dominantes e quem não se enquadra "é burro", e acaba sendo rotulado como incorreto. Necesita-se descontruir essa visão. Pois trata-se de duas culturas diferentes, não há a certa e nem a errada.
O seguinte poema de José de Alencar ilustra essa relação entre a língua falada pelos dominantes e a dos dominados:

"O povo que chupa o caju, a manga,
o cambucá e a jaboticaba
pode falar uma lingua com igual pronúncia
e o mesmo espírito do povo
que sorve o figo, a pêra, o damasco e a nêspera?"



Ainda nessa dinâmica de rotulação, existem aqueles professores os quais não conseguem lidar com as dificuldades de seus alunos, e acabam classificando-os como incapazes, e às vezes veem patologias ontem não têm. Sempre culpabilizando as crianças, abstendo-se de sua responsabilidade. Todavia, cabe ao profissional selecionar atividades para promover o progresso de seus alunos. Pois, para alguns deles, fazer uma negociação entre seus conhecimentos prévios e o real, pode ser complicado e requer a atenção do professor. Já para outros, as formas de linguagem usadas em casa são similares às formas utilizadas na escola, dessa forma a negociação fica mais fácil. Infelizmente, o que mais vê-se em instiuições de ensino, é a condenação de culturas alheias a ela, dessa forma, as crianças acabam ficando meio perdidas, pois o que é ignorado e posto de lado, faz parte do que lhe constitui como indivíduo. Vê-se também o uso de "modelos do déficit", enxergam somente o que "falta", e não há a valorização dos pontos fortes de cada um.
Mediante a leitura feita e as consequentes reflexões, Jacobson propõe uma aula que diverge dos modelos atuais, uma aula ministrada com o objetivo de dar um suporte ao aluno para que o mesmo percorra seu caminho no conhecimento, que perceba o poder da linguagem, e os usos que fazemos da mesma.
A imagem ao lado representa o que foi dito anteriormente sobre a relação linguagem X poder. Se a pessoa souber se comunicar, se expressar já possui uma situação de destaque na sociedade. A forma da linguagem permite dominar e ser dominado; controlar ou ser controlado, ; relações estas que só se estabelecerão se o indivíduo não souber interpretar e ser interpretado.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

1ª Socialização

Nossa primeira socialização dos blogs foi hoje, nós pudemos falar de nossas expectativas, inseguranças, tudo que permeou nosso caminho até agora,na construção do portfólio.


Esse momento foi super positivo,ao meu modo de ver. Acho que nos deu up para continuarmos trilhando esse caminho, numa avaliação formativa. Apesar disso, na hora que apresentei fiquei meio frustrada, pois a estrelinha do cursor, a qual orgulhosamente consegui colocar, após apenas duas tentativas rsrs, não apareceu!


Fiquei com vontade de fazer o mesmo que o carinha dessa figura ao lado está fazendo: quebrar o pc todo e de quebra (vamos aproveitar o trocadilho rs) acabar com toda a tecnologia...rsrs


Mas,tudo bem, de modo geral, gostei!
Ideias foram trocadas para aprimorar nossos filhotes,o que foi de grande ajuda! Eu, por exemplo, na postagem anterior, estava 3 X 0 o vídeo! Fui vencida, então por hora,deixei só link, mas depois retifiquei e deu tudo certo,como eu queria! ; )

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Contextos de alfabetização

Esse vídeo é sobre um dos contextos de alfabetização em sala de aula, no qual a professora faz uma leitura em voz alta para seus alunos, em seguida uma interpretação oral...vale a pena conferi-lo:

Avaliação formativa

  • O que é avaliação formativa?
    A avaliação formativa tem como finalidade guiar tanto o professor quanto o aluno, no processo de ensino aprendizagem. Ela não tem como critério medir a capacidade cognitiva do aluno ou repreender seus erros cometidos,mas utilizá-los como informações diagnósticas. A centralidade desta avaliação está no aluno,sendo ele o sujeito do seu processo de aprendizagem e de construção do seu conhecimento.

  • O que é portfólio?
    É um procedimento da avaliação formativa , podendo expor seus trabalhos individualmente, evidenciando todo seu processo de apendizagem, sendo ele mesmo o agente desse processo. O portfólio visa retratar como o aluno constrói seu conhecimento, além de colaborar para que o aluno e o professor reflitam sobre projeto de aprendizagem.

  • Expectativas para o trabalho com o portfólio:
    Acredito que trabalhar com o portfólio será construtivo, pois é uma forma de avaliação que,por enquanto, não é muito usual, mas que em breve isso deve mudar. Espero que eu tenha mais prática, conforme eu vá manuseando essa ferramenta de comunicação.

domingo, 31 de maio de 2009

Reportagem


A seguinte matéria do dia 26/04/2009, retirada do site da UOL, clique *AQUI* para visualiza-la (MAS, atenção: apenas assinantes da mesma citada ou da Folha de S.Paulo podem acessar), me relembrou do que discutido na aula do dia 28/05, sobre os contextos de alfabetização. Ao decorrer da leitura da reportagem, percebe-se que as crianças apresentadas fazem parte de um contexto familiar que promove um contato mais íntimo com a leitura, pois estes ouvem historias antes de dormir, são levados a livrarias, enfim são instigados a lerem. O que pode favorecer-lhes no caminho da alfabetização, não significando que estes se sairão melhor que outras crianças que não possuem o incentivo em casa. Vê-se em muitos discurssos, este elemento como divisor de águas, explicando o porquê uns aprendem e outros não. Entretanto, sabe-se que esta teoria foi superada, não é verídica, todos têm capacidade de aprender, não importa de qual meio social pertença, mas sim, como as suas relações com mundo letrado e as pessoas ao redor se estabelecem. E umas das pessoas importantes para contribuir nessa relação com o conhecimento, é o professor, o qual precisa criar contextos de alfabetização/ aprendizagem, e estas situações nem demandam despendio financeiro – o que muitos alegam é falta de recurso- somente compromisso e boa vontade.


foto: Maria do Carmo

Maluquinhos por livros
por Ocimara Balmant



Com ilustrações grandes, espaço para colorir, acompanhado de CD de música ou com páginas que servem como quebra-cabeças, o livro se tornou objeto de desejo das crianças.
Neste mês em que são comemorados o Dia Nacional do Livro Infantil (18) e o Dia da Educação (próxima terça, dia 28), um passeio pelas livrarias da cidade mostra que o antigo reduto de gente grande é também o cantinho preferido de muitos pequenos.
A paixão começa nas leituras ao pé do berço, segue pelas experimentações em obras interativas e cria pequenos aficionados pelo mundo das letras.
"Ler está na rotina do momento de ir dormir, assim como tomar leite e escovar os dentes", diz Renata Cremaschi, mãe de Flávio, 3, e Tiago, 6 meses. A família bateu ponto na Livraria da Vila, na Vila Madalena, na tarde da última terça-feira.
No feriado chuvoso de Tiradentes, a Revista visitou algumas livrarias da cidade e encontrou a criançada circulando desenvolta por entre as prateleiras. De contos de fada a histórias de terror, eles costumam sair dali com pelo menos uma obra nas mãos e a listinha das que ficarão para a próxima visita.”


Depois disso, dá dicas sobre que tipo de livro é adequado a cada faixa etária, segundo Cristiane Madanêlo de Oliveira (mestra em literatura brasileira e especialista em literatura infantil e juvenil). http://www.graudez.com.br/litinf

1 a 2 anos

Texto: a criança se prende ao movimento e ao tom de voz, não ao conteúdo. As histórias devem ser rápidas e curtas

Ilustração: deve ter somente uma gravura em cada página

Materiais: livros de pano, madeira e plástico. É recomendado o uso de fantoches


2 a 3 anos

Texto: histórias com enredo simples, contadas com muito ritmo e entonação

Ilustração: gravuras grandes e com poucos detalhes

Materiais: fantoches e música exercem fascínio


3 a 6 anos

Texto: humor e mistério atraem o pré-leitor. O texto, curto, deve ser lido ou dramatizado Ilustração: predomínio da imagem com gravuras que tenham significado para a criança Materiais: dobraduras, massa de modelar e argila atraem para novas experimentações


6 a 7 anos (fase de alfabetização)

Texto: temas com personagens inseridas na coletividade favorecem a socialização

Ilustração: integrada ao texto para instigar o interesse

Materiais: apoio de instrumentos musicais ou de outros objetos que produzam sons.”

domingo, 24 de maio de 2009

Oralidade e escrita Parte III

Na Aula do dia 21, retomamos a discussão sobre a atividade conversacional, pois, pelo o que o prof. nos disse, nossos trabalhos feitos na aula anterior, ficaram muito presos ao texto, no sentido de seguir linearmente, digamos assim. Por exemplo, quando caracterizamos a atividade conversacional, acredito que fomos muito sucintos nessa questão, considerando que o texto todo discorreu sobre isso.

domingo, 17 de maio de 2009

Oralidade e escrita Parte II

Reunidos em duplas, começamos a resolver algumas questões referentes ao texto Oralidade e escrita, dessa forma fizemos pequenas discussões sobre os pontos centrais do texto. Com a leitura prévia do mesmo, alguns tópicos estavam meio obscuros, e percebi que não era somente eu que havia percebido isso... A noção de local e global,por exemplo. Destes, tinha conseguido destacar as características principais, diferencia-los, defini-los... Mas nada que pudesse dizer: “noossa, que explicaçããoo!” rs mas, foi tranqüilo. Porém, fora isso, não houve mais problema.
Nós demoramos um pouco a realizar a tarefa, pareceu bem fácil no começo, pois já tínhamos lido e permanecia claro em nossas mentes... Mas, se tornou um pouco trabalhoso, pois tínhamos também que ter o cuidado de não usar expressões do texto base, as quais – inevitavelmente - ficaram na cabeça. Enfim, foi uma atividade trabalhosa e legal.

Oralidade e escrita Parte I

Discutiu-se a questão da oralidade e escrita nos anos inicias de alfabetização. Algumas pessoas disseram que a escrita é supervalorizada, o que eu concordo, pois vêem se muitos responsáveis de alunos que, cobram exageradamente a produção escrita dos filhos, mesmo eles estando numa faixa etária entre 3-5 anos. Mas, como deu a entender no texto base, essa é uma característica antiga, que foi naturalizada e esta na mente d alguns. Assim como acontece a oralidade, que é vista como uma produção lingüística inferior, mesma ela antecedendo a escrita. Acredito que seja importante estimular nas crianças esses dois usos da língua.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Atividades desenvolvidas para crianças com 4 anos

Objetivos: Desenvolver a memorização.
Perceber os sons da língua.


Atividade:
Escreverei a seguinte parlenda numa folha de papel pardo:
“Lá em cima do piano
Tem um copo de veneno,
Quem bebeu, morreu!
O azar foi seu!”

Essa parlenda, no primeiro momento, será fixada num lugar bem visível da sala. Lerei para as crianças, apontando cada palavra dita. Após isso, as mesmas irao repetir a parlenda e a decorarem. Em seguida, a lerei junto com as crianças e para elas. Depois escolherei palavras do texto, e pedirei que observem suas letras, copiem-as e contem-as. E farei perguntas do tipo:
-Quem a escreveu?
-Para quem é destinado esse texto?
-Para que voces utilizam esse texto?
Depois contarei a eles que antigamente utilizávamos esses textos em nossas brincadeiras, em seguida sentaremos formando uma grande roda e demonstrarei.

Justificativa: Essa atividade foi escolhida pois faz uso de um gênero textual que não é muito corriqueiro,a parlenda. É algo que faz parte da tradição oral brasileira, e que aos poucos está se perdendo, desde a modernidade.


Objetivo:Comparar textos novos com textos já conhecidos.

Atividade:
Levarei livros de receita, e algumas receitas separadas.Para que as crianças folheiem e vejam.
Escreverei a seguinte receita no quadro:

Torta de banana

Ingredientes

3 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
2 colheres de manteiga
1 xícara de leite
1 colher (de sopa) de fermento
6 bananas em tirinhas

Modo de fazer

Misture tudo exceto as bananas, ponha em tabuleiro untado; arrume as tirinhas de banana por cima e cubra com açúcar e canela. Leve ao forno quente.

Em seguida, lerei com elas e para elas, depois farei algumas perguntas, como por exemplo:

-Para que serve esse texto?
-Onde ele é utilizado?
-Vocês já viram alguém utilizando?Quem?
-Que palavras do texto você sabe ler?


Após este momento, mostrarei a parlenda q estará fixada em algum ponto da sala, a qual foi utilizada em um outro dia. Vou propor a leitura. Farei perguntas do tipo:

-Vocês lembram quando estudamos esse texto?
-Para que ele serve?
-Para quem foi escrito?
-Vocês sabem quem é o autor deste texto?

Justificativa: Esta tarefa foi escolhida pois é uma maneira de familiarizar as crianças com os diversos gêneros textuais, e que gradualmente possam estabelecer semelhanças e diferenças entre os mesmos. Alem disso, podem perceber que sua vida na escola e fora dela, se convergem, não há um abismo entre uma outra.

Objetivos: Desenvolver Habilidades linguisticas e cognitivas.
Desenvolver a interpretaçao.

Atividade:
Levarei o filme Turma da Mônica e a Viagem no Tempo. Primeiro mostrarei a capa do mesmo., a qual contem o nome e uma imagem. Perguntarei se as crianças conhecem,se já assistiram este filme. Perguntarei a quem assistiu anteriormente, se gostou, ou não e o porquê. Pedirei que as crianças prestam atençao no que irão ver, pois quando terminado, iremos conversar sobre ele.
O filme será passado com legenda, mesmo estando dublado. Após o filme, perguntarei se gostaram ou não e o porquê. Depois faremos oralmente a interpretaçao. Fazendo algumas perguntas,como por exemplo:
-Quem era o personagem principal, aquele que aparecia mais no filme?
-Como começou a história?
-O filme é sobre o quê?
-E Como a historia terminou?
-E quais eram os outros personagens?
-Vocês sabem quem a escreveu? [Caso a resposta for negativa, direi o autor, e sua nacionalidade)
-Pra quem foi feita essa historia? Será que foi para os adultos ou para as crianças?

Após as perguntas, irei mostrar a eles um gibi, também da Turma da Mônica, na versao antiga e a atual , estilo mangá. Pergunterei se conhecem.Darei um tempo pra que folheiem os gibis. Após isso, perguntarei:
-O que nós vimos de igual entre o filme e o gibi? E o que possuía de diferente?




Justificativa: É uma tarefa que possibilita a interpretação de desenho, requer um movimento mais dinâmico entre a criança e a produção artística, pois ela é chamada a pensar a respeito do que assistiu; processo que nem sempre é comum quando as mesmas assistem em outros ambientes. Além disso, tanto o autor quanto as personagens criados, são brasileiros, isso é interessante pois assim, é uma forma de manter um contato com as produções nacionais, as quais não têm sido muito valorizadas ultimamente.

Objetivos:Distinguir a pronuncia de alguns sons da língua, tais como: t\d, f\v, p\b, q\g, que são muito parecidos.
Estimular a pronuncia clara dos sons.

Atividade:
Primeiro, declamarei este pequeno poema para eles:

Um belo dia,
Minha tia, foi á padaria
E queria levar meu gato,
Que estava no quarto!
Eu disse: -Titia, não pode!
Leve o bode!
E ela falou: - Mas,sobrinho querido
Se eu pudesse já havia escolhido;
Levaria a vaca,
Porque ela não tem medo de faca!

Após este momento, pedirei que contem a mim que palavras ‘ficaram na cabeça’. Anotarei no quadro o que disserem. Depois, escreverei no quadro o poema dito anteriormente, destacando as seguintes palavras: dia/ tia; gato/quarto; pode/bode; vaca/faca. Pedirei que observem a grafia das palavras e as repitam oralmente. Então, numa folha de papel ou em seus cadernos, escolham uma das palavras de cada par citado a cima, a escrevam,e façam um desenho representando a palavra escolhida.


Justificativa: Com essa atividade, os alunos podem se habituar e treinar os fonemas -especialmente aqueles que podem confundir. E também trilharem seus caminhos na língua escrita, assim como resgatar um a representação das palavras através de seus desenhos, que geralmente são desvalorizados ou utilizados de forma promíscua, sem um ordenamento, sem um direcionamento.

Objetivo: Reconhecer a ortografia das palavras.

Atividade:
Farei com a ajuda da turma, uma lista com os nomes de todos os alunos. Essa lista ficará exposta para todos observarem. A qual lerei, junto com os alunos. Em seguida:
-Localizaremos os nomes que começam com a mesma letra;
-Observaremos se há repetição de letras no nome de cada criança

Justificativa: Pensou-se na utilização dos nomes das crianças por ser o 1º grande texto de uma pessoa. E como tal, merece atenção. Portanto, acredito que partir destes, é importante. E também por ser uma forma da criança notar que possui algo que a represente, alem de um desenho que ela faça.

Objetivo:Desenvolver a compreensão na leitura.

Atividade:
Trarei alguns sinais de transito. Primeiro, perguntarei como cada um chegou a escola naquele dia.
-Vocês já viram algum desses sinais na rua (apontarei para os símbolos)?
-E vcs já viram o que as pessoas fizeram quando viram esses sinais?
-Apontarei para a figura de um semáforo, indicando a luz vermelha acesa, e perguntarei: o que vocês fazem quando veem isto?
-Farei o mesmo procedimento apontando algumas outras sinalizações viárias.

Justificativa: A utilização de sinais de transito foi pensada pois havia a vontade de utilizar outros gêneros textuais se não os corriqueiros..como as historinhas. (diminutivo não foi empregado de forma depreciativa). Além disso, porque é uma maneira de estabelecer a comunicação -que está ao nosso redor, portanto as crianças lidam com as mesmas o tempo todo, até sem perceber, e mesmo assim, talvez não compreendam o que aqueles símbolos e sinais queiram exprimir.

2ª Parte

Objetivos: Memorizar o texto oralmente.
Ler o texto no quadro ou no cartaz.


Atividade:
Trarei a música: “Meu lanchinho”.

Meu lanchinho, meu lanchinho,
Vou comer, vou comer.
Pra ficar fortinho, pra ficar fortinho,
E crescer, e crescer.

Irei escrevê-la no quadro de modo a ficar visível a todos. Cantarei a música acompanhando a letra da canção e apontando cada palavra da mesma. Depois, cantarei junto com a turma, depois eles sozinhos. Após terem memorizado, apagarei algumas palavras do texto. Então, pedirei que cantem outra vez, e digam quais palavras faltam.

Justificativa: Escolhemos essa musica pois é uma das muitas formas que as crianças possuem para terem contato com a língua escrita. E perceberem que as musicas também podem ser representadas por letras. E como a 1ª arte é a música, acredito que seja importante resgatar essas musicas destinadas as publico infantil, já que musicas da esfera adulta tem se infiltrado durante a infância das gerações recentes.



Objetivo: Identificar palavras mais conhecidas a partir do som inicial

Atividade:
Pedirei anteriormente que os alunos tragam rótulos e encartes que mais gostam. Depois, irei perguntar se eles sabem ler o que está escrito em cada um. Irei mostrar a todos os textos trazidos. E então, associamos juntos com eles, a 1ª letra de cada produto com a 1ª letra do nome de cada aluno.

Justificativa:Escolhemos essa tarefa porque há o uso de materiais que as crianças manuseiam e/ou estabelecem contato visual diariamente. Alem disso, é uma maneira delas estabelecerem conexões entre as letras dos rótulos e de seus nomes.

Objetivo: Formar novas palavras a partir de palavras identificadas

Atividade:
Entregarei a cada criança um alfabeto móvel, com as letras escritas em cartões de aproximadamente 5X3. Eu vou sugerir palavras, como: JOIA. E a escreverei no quadro. Farei a leitura dela para e com eles. Pedirei que as crianças a reproduzam utilizando o material fornecido.
Depois disso, pedirei q troquem a primeira letra da palavra e vejam o que formaram, se é uma palavra conhecida, se sabem ler essa palavra...Em seguida, também pedirei que alguns alunos falem palavras, e que as organizem no quadro. E que os outros alunos repitam o processo: reproduzam a palavra com seu material e troquem a primeira letra.

Justificativa: Esta tarefa possibilita a criança de mexer no alfabeto, interferir nas palavras, cria-las e recria-las. È uma forma de romper com a característica estática do alfabeto. Também traz a possibilidade de ver a língua como algo em permanente construção e a criança se ver como parte desse processo que está se configurando.

Objetivo: Identificar sílabas iguais a partir dos sons

Atividade:
Colocarei etiquetas com o nome de cada objeto da sala de aula, em seus respectivos objetos. Entretanto, as palavras serão escritas de forma fragmentada,dividida em sílabas, como por exemplo:

CA-DEI-RA
ME-SA
CA-NE-TA

Em outro momento, pedirei que as crianças observem,e leiam todas as palavras das etiquetas em voz alta. Depois, identifiquem as duas primeiras letras das palavras -a 1ª sílaba. E fale-as. Feito isso, pedirei que as crianças encontrem e agrupem as palavras que possuem as 1ªs primeiras sílabas iguais.

Justificativa: Para identificação dos sons das silabas, pensou-se em iniciar esse tipo de atividade utilizando palavras referentes aos objetos que ficam ao redor das crianças na sala de aula pois, são materiais que já são ‘velhos conhecidos’ de forma pratica, tendo em vista que elas já os manuseiam, mas não necessariamente na língua escrita. E também possibilita a criança de fazer conexões entre a grafia das palavras, e desfazer conexões entre tamanho do objeto e sua representação escrita.

Tipos textuais X Gêneros textuais

Tipos textuais X Gêneros textuais

De modo resumido, aqui está o post diferenciando tipos e gêneros textuais, assunto que nos gerou dúvida, na aula do dia 30/04:

Tipologia textual: Forma como o texto é apresentado. Há poucas tipologias: narração, descrição, dissertação, explicação e injutivo.

E Gêneros textuais: É abrangente,tendo em vista que, se tratam de textos escritos,orais e visuais. Portanto, se apresentam de diversas maneiras, tornando-se praticamente impossível enumerar todas elas...Ex: receita, reportagem, anúncio, e-mail, poema, charge...

Meu 1º dia de Aula

Na tarde de uma 5ª feira, dia 16/04/2009, tive a 1ª aula de TAE LP. E já nesse dia, recebemos a noticia q iríamos fazer um portfolio. Até aí, tudo bem, pois já havia passado por essa experiência, entretanto, não era somente isto, era um portfolio eletrônico! Para q isso acontecesse, teríamos q criar um blog! Minha primeira reação foi: “Caraca,não acredito!” [e levando as mãos a cabeça]. A prori, não achei uma ideia muito interessante, não,mas foi porque é algo diferente do que estamos acostumados e o diferente é sempre recebido d maneira desconfiada, no ínicio. Durante a aula, o Prof Ivan foi nos explicando e tirando as duvidas iniciais, já que sentimo-nos meio... muito perdidos!rs Achando mesmo q não iríamos dar conta de nada disso!,mas o prof nos deu ‘um up’, acredito q assim tranqüilizou mais a galera... Nesse trabalho, espero aprender mais sobre as tendências atuais de ensino da lingua portuguesa, aprimorar o uso da internet em prol desse estudo, trocando conhecimentos entre os alunos e o profº.

Carta aos Navegantes

Duque de Caxias, 4 de Maio de 2009.

Olá prof. e turma,

Estou escrevendo esta carta para me apresentar, contar um pouco de mim....
Bom, meu nome é Camilla Luiza, algumas pessoas me chamam de Camillissima, é um apelido um pouco,velho,mas bem útil quando precisa-se diferenciar as milhares de Camilas & Camillas que encontro pelo caminho. Esse é até um dos motivos pelo qual o blog levou esse nome... Tenho 19 anos, estou no 5º período de Pedagogia, curso o qual estou curtindo fazer. Eu fiz curso normal, q foi pouco ‘anormal’ rs, tendo em vista que ele possuiu a duração de 3 anos...
Essa área educacional é muito interessante e importante, por isso tem q ser estudada e pensada, ao meu ver. Acho impossível alguém ler e refletir sobre essas questões que permeiam a educação e não ficar mexido, na maioria das vzes chateado por causa das questões sociais e suas injustiças. Mas confesso q essa área não é minha paixaaoo, e q por enquanto não pretendo seguir nesta carreira. Mas posso contribuir para a transformação de nosso meio, agindo em outras instancias da sociedade...Pois em breve pretendo ingressar na área da Saúde, q também não vai ‘bem das pernas’ em nosso pais..
Mas, enquanto estou me formando Pedagoga, gosto e quero saber a respeito das questões educacionais que envolvem o ensino da nossa língua materna. Primeiro por que, como cidadã brasileira saber mais sobre o nosso idioma, nunca é demais e é bem interessante. Apesar da matéria q estou cursando (TAE LP), não falar de forma abrangente sobre o idioma português, ter o direcionamento educacional,claro, acho importante do mesmo jeito estudarmos esse assunto.
Durante o periodo que cursarei esta matéria, pretendo construir e reconstruir conhecimentos acerca Língua Portuguesa e seus desdobramentos na esfera escolar.

♫“E é só isso, não tem mais jeito,acabou!”
Até +, povo!


Beijoos,Camillissima*